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	<title>Carpintaria</title>
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	<description>dicas de carpintaria e marcenaria do básico ao avançado</description>
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		<title>Amolagem e Conservação de Ferramentas</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 17:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ag3ws</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ferros de plaina, formões, etc., são amolados e afiados no rebolo e na pedra turca, como quase todas as outras ferro ferramentas do marceneiro. A goiva afia-se com pedrinha redonda. As nossas melhores madeiras para cepos de plainas são a aroeira (o rundiúva), em todas as suas variedades, as cabriúvas, os jacarandás, etc. Para bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="../wp-content/uploads/2010/10/amolagem-plaina.jpg" alt="" width="300" height="222" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ferros  de plaina, formões, etc., são amolados e afiados no rebolo e na pedra  turca, como quase todas as outras ferro ferramentas do marceneiro. A  goiva afia-se com pedrinha redonda. As nossas melhores madeiras para  cepos de plainas são a aroeira (o rundiúva), em todas as suas  variedades, as cabriúvas, os jacarandás, etc. Para bem poucos oficiais  essas ferramentas deixam de ter segredos, pois, tanto a garlopa como a  plaina são suscita vaies de uns trinta defeitos. Os ferros todos desses  instrumentos são amolados no rebolo e o fio é assentado na pedra de  gires besuntada com que Rosane ou óleo.</p>
<p style="text-align: justify;">Obtém-se  a sua conservação passando, de tempo em tempo, um pouco de graxa de  máquina, sebo ou óleo gordo ferragem, e verniz, à boneca, no cepo.  Amolarem das serras. Amolam-se esses instrumentos, apertados em prensas  próprias, com a liminha triangular de cantos vivos, arrastando-a só na  ida, da esquerda para a de Não rei ta, e com os dentes dispostos de  maneira que a rebarba da ponta dos dentes fique voltada para dentro.</p>
<p style="text-align: justify;">Perfil  dos dentes. Os dentes das serras, como dos serrotes, podem ser caídos  (pouco ou muito saltados) ou no eleja, quadro segundo a madeira e o  serviço. Em trabalhos debica tanto de madeiras moles como duras, usam-se  os dentes pequenos e no esquadro; ao passo que para serviços brutos são  mais próprios os de dentes caídos (termo este mais adequado). Adotam-se  os dentes pequenos e chegados, para as ma u da de iras duras, e os  grandes e espaçados, para as moles. A trava, para não deixar. De feitos  na serragem, deve ser muito igual de ambos os lados, e não excessiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra  coisa importante para o bom funcionamento dessas ferramentas é a  superfície perfeita dos dentes. Para a boa conservação dessas e de  outras ferramentas do marceneiro usam-se óleos não se cativos (de  mamona, oliva, algodão, etc.), as graxas para mancais, a parafina, o  sebo, a vaselina, e, em certos casos, o verniz de goma-laca.</p>
<p style="text-align: justify;">A  conservação faz-se pelos seguintes processos: Para proteger as  ferramentas contra a ferrugem, tira-se dos instrumentos o óxido com lixa  fina, sapólio, ou pedra-fome, para, em seguida, aquecê-los à chama,  porém a uma certa distância, a fim de evitar que se destemperem;  friccionados com cera branca e aquecidos, de novo, são limpos, por fim,  com um pano.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem  ser também untados com vaselina depois de bem limpos, ou envernizados  com verniz copal misturado com o duplo de essência de terebintina. Os  melhores lubrificantes para esse fim são: os óleos não se cativos,  gordos, como o de mamona, o de algodão, (nunca os de linhaça, que são se  cativos) graxas, vaselinas, sebos, ceras e querosene para tirar a  ferrugem. O artífice que descura disso faz triste figura perante seus  chefes e seus colegas de oficio.</p>
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		<title>Cola a fria (Caseina)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 13:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ag3ws</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcenaria]]></category>

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		<description><![CDATA[Procedência. A cola a frio tem por base a caseína (produto do leite animal), goma vegetal e um tipo novo tirado da cola animal. Resiste à ação da umidade, da água fria e quente, e do sol. Fórmula: A caseína constitui a parte mais nutritiva do leite. Ela existe também na farinha de trigo. Preparo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-533 aligncenter" title="cola-a-fria" src="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/10/cola-a-fria2.jpg" alt="cola-a-fria" width="347" height="260" /></p>
<p style="text-align: justify;">Procedência. A cola a frio tem por base a caseína (produto do leite animal), goma vegetal e um tipo novo tirado da cola animal. Resiste à ação da umidade, da água fria e quente, e do sol. Fórmula: A caseína constitui a parte mais nutritiva do leite. Ela existe também na farinha de trigo. Preparo. Para esta cola, preparada e aplicada a frio, a proporção é de um quilo de pó de cola para três litros de água. Essa proporção, entretanto, é variável, segundo as madeiras e a natureza do serviço, o que dá, aproximadamente, a percentagem de 70 a 75% de água e 25 a 30% de cola.</p>
<p style="text-align: justify;">A dissolução é conseguida mexendo-se a mistura com uma espátula em vasilhame, de preferência de madeira, barro, louça, ou vidro, nunca de metal. O melhor modo para dissolvê-la é o que consiste em fechá-la em uma máquina semelhante às antigas sorveteiras de mão, fazendo girar, mecanicamente, as espátulas. Não se deve preparar mais do que a quantidade necessária para duas horas de serviço. Aplicação. E com esta cola que são feitos quase todos os compensados dos móveis modernos e dos lambris. Com ela colam-se também as hélices dos aeroplanos. Os carpinteiros usam-na para colar as espigas das esquadrias destinadas ao relento. A água. Com a água de chuva ou destilada a cola dissolve-se mais depressa, e conserva-se liquida por mais tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais quente a água, mais depressa se dissolve a cola, porém, coagula-se facilmente. Rendimento. Cada quilo de pó de cola, preparado com três litros de água, cobre aproximadamente dez metros quadrados de superfície. Prova de resistência. As peças coladas com esta cola só podem ser postas à prova de resistência depois de 4 a 5 dias. A pressão deve ser lenta para dar tempo à cola se estender.</p>
<p style="text-align: justify;">As manchas. Esta cola tem o defeito de manchar as madeiras, por isso não se presta para a colagem de folhas que tenham menos de 3 milímetros. Consegue-se, porém, tirar ou clarear as manchas por meio de uma solução fraca de ácido oxálico ou sal de azedas. Pode-se também passar primeiro uma solução de sulfito de sódio e, depois, a de sal de azedas. Em todos os casos, deve-se lavar bem em seguida, a fim de evitar defeitos ao se aplicar o polimento. Restos de cola. Esta cola, uma vez endurecida, não se dissolve mais. Algum resto que sobre, só pode ser aproveitado no dia seguinte, juntando se lhe certa quantidade de água, para, no outro dia, adicionar-lhe a porção do pó correspondente.</p>
<p style="text-align: justify;">História. Conta-se que já os antigos egípcios, chineses, gregos e romanos conheciam a cola a frio. Supõe-se que seus móveis milenares, que figuram nos museus, foram feitos com essa cola. Caseína de soja. O feijão de soja, há milênios cultivado grandemente na Manchúria para o fabrico do queijo e de coalhadas, quando moído e posto Na água dá um leite com característicos semelhantes aos do leite animal. Dele se extrai uma proteína semelhante à caseína do leite e com a qual também se fabrica cola para compensados. Sendo um feijão de cultivo fácil e de grande rendimento, a cola toma-se extremamente econômica. E a cola dominante nos Estados Unidos. Entre nós, porém, ainda não foi aplicada. Cola vegetal. Há um fruto, produzido por um parasito, que fervido dá uma cola especial refratária às intempéries, conhecida pelo caboclo por “cola dos violeiros”.</p>
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		<title>Causas dos Acidentes nas Máquinas</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 13:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ag3ws</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>

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		<description><![CDATA[As máquinas de marcenaria, devido à sua muita rotação, atingindo algumas cinco mil voltas por minuto, são tidas como muito violentas. Tanto assim que as companhias de seguro, para segurar a vida de um marceneiro, pedem quase o dobro do que cobram pela de um mecânico. A máquina que mais acidentava os marceneiros  a desempenadeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-530 aligncenter" title="acidentes-nas-maquinas" src="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/10/acidentes-nas-maquinas12.jpg" alt="acidentes-nas-maquinas" width="349" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;">As máquinas de marcenaria, devido à sua muita rotação, atingindo algumas cinco mil voltas por minuto, são tidas como muito violentas. Tanto assim que as companhias de seguro, para segurar a vida de um marceneiro, pedem quase o dobro do que cobram pela de um mecânico. A máquina que mais acidentava os marceneiros  a desempenadeira de eixo quadrado  está hoje modernizada. Precaver-se contra os acidentes  acidentes muito depõem contra os oficiais.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem o eixo das facas redondo, não oferecendo assim o menor perigo de importância. Nas escolas, os acidentes podem ser evitados mediante conselhos, vigilância e assistência dos mestres. As principais causas dos acidentes são: ignorância do operador, impropriedade do material, imprudência e distração.</p>
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		<title>A madeira</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 13:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ag3ws</dc:creator>
				<category><![CDATA[Madeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria-prima. Em marcenaria compreende-se por matéria-prima, todo o material que entra na confecção dos móveis, tendo por substância essencial a madeira. Definição da madeira. Madeira é uma substância compacta e sólida, que compõe as raízes, o tronco e as ramas das árvores e dos arbustos. E um conjunto de tecidos (parte sólida de um corpo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-526 aligncenter" title="a madeira" src="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/10/a-madeira2.jpg" alt="a madeira" width="349" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;">Matéria-prima. Em marcenaria compreende-se por matéria-prima, todo o material que entra na confecção dos móveis, tendo por substância essencial a madeira. Definição da madeira. Madeira é uma substância compacta e sólida, que compõe as raízes, o tronco e as ramas das árvores e dos arbustos. E um conjunto de tecidos (parte sólida de um corpo organizado). Seu elemento fundamental é o tecido vascular, constituído de vasos compostos de longas células (pequenas cavidades sobrepostas topo a topo, em filas longitudinais ininterruptas).</p>
<p style="text-align: justify;">Rudimentos de Botânica. A água é o elemento mais necessário à vida vegetal. As raízes, que são órgãos de absorção, sugam da terra o alimento necessário à nutrição da planta. A raiz divide-se em três partes: corpo, que é a parte central, prolongamento do caule; colo ou nó vital, ponto em que o caule se separa da raiz, e as radículas, cujas extremidades, chamadas espongíolos, são os órgãos ativos da absorção.</p>
<p style="text-align: justify;">Caule é a parte da planta que cresce em sentido inverso ao da raiz e que sustenta os galhos, as folhas, as flores e os frutos. Folha é o órgão respiratório das plantas. Divide-se em duas partes: limbo e pecíolo. No limbo, que é uma lâmina verde e chata, de várias formas, notam-se duas faces, uma superior, mais colorida, e outra inferior; a base, o vértice, a orla. As folhas transpiram pela face superior e absorvem a umidade pela face inferior. Realizam assim as suas duas importantes funções de exalação e absorção. Pecíolo. É assim chamada a parte da folha que prende o limbo ao galho ou ramo. Talo. Chama-se assim a fibra grossa que se estende pelo meio da folha, prolongando-se, às vezes, até confundir-se com o pecíolo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nervuras são fibras salientes que percorrem a superfície das folhas de algumas plantas. E uma ramificação do talo. Parênquima. É o tecido que ocupa os espaços existentes entre as nervuras. Clorofila. É como se chama a matéria que determina a coloração das folhas. Seiva. Líquido que as raízes absorvem do seio da terra e que serve para a nutrição do vegetal a que pertencem. A seiva circula nos tecidos das plantas. Há duas espécies de seiva: a ascendente ou bruta, e a descendente ou elaborada. Esta é que alimenta o vegetal. Resina. Matéria inflamável, consistente e untuosa, de cor amarelada, que corre de certas árvores, tais como o pinheiro, a aroeira e, particularmente, as coníferas. Primeiro correm fluidas e depois se concretizam, oxidando-se em massas sólidas, quebradiças e translúcidas. Fibras são filamentos que se encontra em todos os vegetais, dispostos de diversas maneiras, constituindo as partes lenhosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Crescimento das plantas. As camadas de lenho desenvolvem-se durante cada período de vegetação da planta, que começa na primavera e termina no outono. A madeira de primavera é fraca e mole; a de outono, pelo contrário, é consistente e dura. O número de camadas concêntricas, separadas pelo brusco contraste que fica estabelecido entre as duas formações, permite determinar a idade de uma árvore. As camadas internas constituem o cerne, e as periféricas, o alburno. No Brasil, o descanso das plantas é, a bem dizer, fictício, porque a natureza obriga-as quase que à mesma atividade. Em todas as estações do ano. As plantas, como as pessoas, estão sujeitas ao sono, à vigília, a amores e a repulsões, tanto como à sensação do frio, do calor e da luz.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ventos impetuosos nem sempre são prejudiciais às plantas, pois, agitando-as, libertam-nas dos galhos secos, folhas doentes, musgos velhos, parasitas e animais daninhos. Nos lugares constantemente batidos pelos ventos impetuosos, as árvores têm as raízes mais desenvolvidas do que as que crescem em regiões isentas desse fenômeno.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem todas as espécies de plantas têm igual crescimento. As que pertencem à grande família das dicotiledôneas (que têm dois cotilédones, isto é, duas folhas preexistentes nos grãos antes da germinação), possuem crescimento externo, ou seja na parte que fica pouco abaixo da casca. Estas plantas são de cerne duro e alburno mole. As espécies da família das monocotiledôneas (coqueiros, palmeiras, dragoeiro, cana da Índia, bambu, etc.), têm crescimento interno, razão por que a parte de fora é dura e a de dentro mole.</p>
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		<title>Fundos</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 21:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ag3ws</dc:creator>
				<category><![CDATA[Armários]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo que toca a esta parte do móvel, pode-se dizer que, modernamente, em móveis finos colocam-se fundos só compensados: desmontáveis, os de trás das peças de desarmar; fixos, os de peças inteiriças, e colados os das gavetas. Esses fundos não encolhem, assim construídos; são mais resistentes e facilitam a limpeza, desembaraçando o interior peça. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-medium wp-image-522 aligncenter" title="fundos" src="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/10/fundos-300x225.jpg" alt="fundos" width="327" height="245" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pelo que toca a esta parte do móvel, pode-se dizer que, modernamente, em móveis finos colocam-se fundos só compensados: desmontáveis, os de trás das peças de desarmar; fixos, os de peças inteiriças, e colados os das gavetas. Esses fundos não encolhem, assim construídos; são mais resistentes e facilitam a limpeza, desembaraçando o interior peça. Os fundos maciços do móvel antigo e atualmente o de pouco custo, quando dão de ceder, às vezes saem do respectivo canal. O fundo maciço só pode ser desmontável quando preso dentro de quadros com canais. E adotado por economia de madeira, de cola e de mão-de-obra.</p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar o transporte, dividem-se em várias partes os fundos grandes, compensados, como os dos guarda-roupas, guarda-casacas, etc. Os fundos compensados, para não entortarem, devem ser envernizados dentro e fora ou de nenhum dos lados. Crítica das obras. Todo aluno, orientado as primeiras vezes pelo mestre, deve aprender a fazer a crítica e a autocrítica das obras de marcenaria de certa importância.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Estas aulas convém que sejam dadas num depósito de móveis.</h3>
<p style="text-align: justify;">Aprecie o aluno a construção, o acabamento, as proporções das peças e dos detalhes, o gosto artístico, a pureza do estilo, a finalidade industrial, etc. E esse um estudo de muito alcance sobre construção, acabamento e estética. Cada aluno deve escrever, em resumo, as modificações que poderiam ser feitas em cada móvel, cada qual segundo seu ponto de vista, e o mestre analisá-las todas, para verificar a viabilidade das mesmas.</p>
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		<title>As gavetas</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 20:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ag3ws</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcenaria]]></category>

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		<description><![CDATA[As gavetas, como é sabido, não são sempre direitas. Há de todos os formatos. Seu funcionamento, portanto, não pode ser sempre igual, isto é, deslizarem sobre duas corrediças simples com guias nos lados. Gavetas há que são giratórias, outras que correm sobre ma só corrediça, emalhetada em cima e com ganzepe em  ora As que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="gavetas" src="../wp-content/uploads/2010/10/gavetas2.jpg" alt="gavetas" width="226" height="226" /></p>
<p style="text-align: justify;">As gavetas, como é sabido, não são sempre direitas. Há de todos os formatos. Seu funcionamento, portanto, não pode ser sempre igual, isto é, deslizarem sobre duas corrediças simples com guias nos lados. Gavetas há que são giratórias, outras que correm sobre ma só corrediça, emalhetada em cima e com ganzepe em  ora<br />
As que não são separadas na frente por divisão, levam edita embutida nos próprios lados, fixas na peça. E as dos corpos curvos, dos móveis bombeados, tanto pum funcionar girando sobre pino, como com dobradiça ou sobre corrediça emalhetada na gaveta (sob o fundo) e</p>
<p style="text-align: justify;">com ganzepe no contra fundo da peça. Por sua vez os malheis variam de tipo: ora são varados, não. São varados quando, na frente, se põe moldura ou. O fundo compensado e colado na gaveta dá-lhe resistência e melhor funcionamento. O fundo maciço é colocado sempre com as fibras no mesmo correr das da frente, por duas razões: para poder repô-lo no canal, caso encolha, e para ficar mais resistente. Quando o lado é um pouco fino, em vez de se fazer o canal no mesmo, coloca-se-lhe por dentro uma travessinha com canal para o fundo. O fundo das gavetas muito compridas deve ser dividido ao meio, em que se põe uma travessa de quatro centímetros com canais.</p>
<p style="text-align: justify;">
O canal nos lados das gavetas deve ser de um terço de sua grossura. O da frente deve ter um centímetro de profundidade. A ajustagem perfeita das gavetas é, para muitos, grandemente difícil. Entretanto, essa dificuldade desaparecerá, se forem observadas as seguintes minúcias Dos frente for verde, ajustar no lugar 1) Colar as gavetas com os lados meio centímetro mais largos que a frente, para poder desempená-las depois de coladas. 2) Se a madeira da 3) Colocar as divisões das trerw sinj duzlas, vara ficarem bem no esquadro, em furos esquadrejados. 4) Desempenar bem as corrediças e colocá-las a par com as divisões tanto em cima como embabco, e no fundo com altura perfeitamente igual à da frente. 5) Ao ajustar as gavetas, aparelhar por último garlopa e sobre tábua bem direita e apertada no banco. 6) Nunca colocá-las à força. 7) Não as retocar sem primeiro saber ao certo em que lugar apertam; descobrir isso, movendo-as em todos os senti-8) intacar as espigas das peças de frente bem no esquadro, para que não aconteça os pés ficarem torcidos para dentro.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pérgola de Madeira</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 18:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ag3ws</dc:creator>
				<category><![CDATA[Madeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pérgola é uma estrutura de peças verticais e transversais concebida para servir de suporte a plantas trepadeiras, proporcionando agradáveis passeios nas veredas de jardim ou áreas de sombra fresca num pátio. A estrutura pode ser independente ou estar apoiada a uma parede e ser feita de MADEIRA, tijolos ou pedra. Você pode desenhar e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/05/pergola2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-500" title="pergola" src="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/05/pergola-300x240.jpg" alt="pergola" width="300" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Uma  pérgola é uma estrutura de peças verticais e transversais concebida para  servir de suporte a plantas trepadeiras, proporcionando agradáveis  passeios nas veredas de jardim ou áreas de sombra fresca num pátio. A  estrutura pode ser independente ou estar apoiada a uma parede e ser  feita de MADEIRA, tijolos ou pedra.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode desenhar e  construir facilmente a sua pérgola de madeira sem gastar muito dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Faça  as peças verticais ou montantes com madeira com seção mínima de 7,5 cm2  e cerca de 3 m de comprimento; para as travessas laterais e  transversais, utilize madeira de 15 x 5 cm de seção. Utilize qualquer  tipo de madeira de árvores resinosas, desde que previamente tratada com  um produto de proteção adequado. Ao comprar a madeira, examine  cuidadosamente cada peça para verificar se está empenada ou arqueada;  evite a madeira com muitos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Use tacos e um barbante para  alinhar e demarcar no solo a área necessária. Enterre as peças verticais  a uma profundidade de cerca de 60 cm numa fundação de cascalho e  concreto.</p>
<p style="text-align: justify;">Fixado o primeiro montante, peça a alguém que segure o  montante seguinte no buraco onde será enterrado, enquanto você coloca  uma ripa transversal de topo a topo entre as duas peças. Verifique com  um nível de bolha se os topos estão nivelados e, se necessário, ajuste a  altura fazendo o buraco mais fundo ou aumentando a camada de cascalho.  Proceda deste modo para cada montante. Faça as travessas laterais com  madeira de 15 x 5 cm de seção, deixando a mais cerca de 15 cm em cada  extremidade, que você pode tornear ou chanfrar.</p>
<p style="text-align: justify;">Marque nas  travessas laterais os pontos de encaixe com os montantes e faça nesses  pontos entalhes até metade da sua espessura. Para fixar as travessas, os  pregos são introduzidos em ângulo com as cabeças embutidas na madeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Corte as  ripas transversais tal como as laterais, deixando para cada lado um  excesso, que pode ser trabalhado. O numero e o espaçamento das ripas  transversais é uma questão de escolha — quanto menor for o espaçamento,  maior será a área de sombra. Com uma serra e um formão, faça em cada  extremidade entalhes de 5 e 7,5 cm de profundidade, levando em conta a  largura necessária da trave; encaixe as ripas transversais nas laterais e  pregue-as pelo processo anTeriormente indicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a sua pérgola  ficar apoiada numa parede, apóie as ripas transversais em suportes  metálicos ou faça entalhes e pregue-as a uma ripa de madeira de 10 x 5  cm de seção fixa à parede com parafusos e buchas metálicas expansíveis.</p>
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		<title>Madeira Compensada</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 04:40:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ag3ws</dc:creator>
				<category><![CDATA[Madeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Madeira compensada é um conjunto de folhas descascadas, faqueadas ou serradas, e coladas em número ímpar, uma sobre a outra com as fibras cruzadas. Preparo da madeira Depois de seca, a madeira para compensados é beneficiada nas máquinas ou à mão, e recortada de acordo com as necessidades do serviço a executar. As folhas descascadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/04/madeira-compensada2.jpg2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-491" title="madeira-compensada.jpg" src="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/04/madeira-compensada.jpg-300x178.jpg" alt="madeira-compensada.jpg" width="300" height="178" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Madeira compensada é um conjunto de folhas descascadas, faqueadas ou serradas, e coladas em número ímpar, uma sobre a outra com as fibras cruzadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Preparo da madeira</h3>
<p style="text-align: justify;">Depois de seca, a madeira para compensados é beneficiada nas máquinas ou à mão, e recortada de acordo com as necessidades do serviço a executar.</p>
<p style="text-align: justify;">As folhas descascadas ou faqueadas existentes comércio não necessitam de outro preparo a não ser o de juntar as emendas.</p>
<p style="text-align: justify;">A madeira destinada ao cerne dos compensados é aparelhada, serrada em filetes, em ripas, em mosaicos, e rasgada e colada em todas as emendas, antes de receber as primeiras folhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Há serviços de certa natureza que requerem que a madeira, além de seca, seja ressecada ao sol, em estufas, ou ao lume, antes de qualquer colagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tipos de compensados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A construção do compensado é variadíssima. Os tipos mais usados são os seguintes: Laminado de 3, 9 ou mais folhas: lamicerne, multicerne, de cerne quadriculado, de cerne gradeado (construção oca), de cerne ripado e de cerne maciço encabeçado.</p>
<p style="text-align: justify;">O número, a grossura, bem como a qualidade das folhas coladas de cada lado do cerne, variam de acordo com o valor da obra.</p>
<h3>Aplicação do compensado</h3>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, em sua ria, os móveis são inteiramente compensados: frentes, lado: fundos, traseiras de gavetas e, até as bases e tampas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois melhores tipos de compensados são o multicerne e o de cerne quadriculado. Pode-se fazer também um compensado garantido com o cerne ripado, uma folha de uns 3 milímetros por dentro e um laminado de três folhas de 3 milímetros cada uma, colado por fora.</p>
<p style="text-align: justify;">Os compensados têm aplicação também na feitura das pranchetas para desenho.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Preparo da madeira</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Depois de seca, a madeira para compensados é beneficiada nas máquinas ou à mão, e recortada de acordo com as necessidades do serviço a executar.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">As folhas descascadas ou faqueadas existentes comércio não necessitam de outro preparo a não ser o de juntar as emendas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">A madeira destinada ao cerne dos compensados é aparelhada, serrada em filetes, em ripas, em mosaicos, e rasgada e colada em todas as emendas, antes de receber as primeiras folhas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Há serviços de certa natureza que requerem que a madeira, além de seca, seja ressecada ao sol, em estufas, ou ao lume, antes de qualquer colagem.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Tipos de compensados</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">A construção do compensado é variadíssima. Os tipos mais usados são os seguintes: Laminado de 3, ‘, 9 ou mais folhas: lamicerne, multicerne, de cerne quadriculado, de cerne gradeado (construção oca), de cerne ripado e de cerne maciço encabeçado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">O número, a grossura, bem como a qualidade das folhas coladas de cada lado do cerne, variam de acordo com o valor da obra.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Aplicação do compensado. &#8211; Atualmente, em sua ria, os móveis são inteiramente compensados: frentes, lado: fundos, traseiras de gavetas e, até as bases e tampas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Os dois melhores tipos de compensados são o multicerne e o de cerne quadriculado. Pode-se fazer também um compensado garantido com o cerne ripado, uma folha de uns 3 milímetros por dentro e um laminado de três folhas de 3 milímetros cada uma, colado por fora.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Os compensados têm aplicação também na feitura das pranchetas para desenho.</div>
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		<title>Preparo da Madeira para Colagem</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 04:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ag3ws</dc:creator>
				<category><![CDATA[Madeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Como preparo, o simples aparelho de plaina é suficiente para ficarem bem coladas as madeiras porosas, moles e secas. Quando, porém, a madeira é úmida, demasiado dura ou pouco porosa, recorre-se ao aquecimento prévio da ou ao ferro de dentes, às cavilhas e aos parafusos, além da cola forte, para se obter bom resultado. Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/04/madeira-colagem2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-485" title="madeira-colagem" src="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/04/madeira-colagem-219x300.jpg" alt="madeira-colagem" width="175" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como preparo, o simples aparelho de plaina é suficiente para ficarem bem coladas as madeiras porosas, moles e secas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando, porém, a madeira é úmida, demasiado dura ou pouco porosa, recorre-se ao aquecimento prévio da ou ao ferro de dentes, às cavilhas e aos parafusos, além da cola forte, para se obter bom resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">Se uma das peças a ser colada para formar um todo ficar em plano inferior, em relação a outra qualquer, deve ser raspada, lixada e até envernizada antes da colagem. Todos os pontos em que se tenha de passas cola deverão tornar-se ásperos, para poderem aderir às outras peças.</p>
<p style="text-align: justify;">Disposição das fibras.</p>
<p style="text-align: justify;">Na maioria dos casos, as fibras são dispostas perpendicularmente.</p>
<p style="text-align: justify;">As travessas as bases, os frisos,  quando maciços, ficam sempre com as fibras em sentido horizontal.</p>
<p style="text-align: justify;">Os painéis folhados são quase sempre espinhados. Isto é te, as fibras dispostas em diagonal.</p>
<p style="text-align: justify;">Há serviços modernos que requerem as fibras em sentido horizontal.</p>
<p style="text-align: justify;">Manda a boa regra, entretanto, que, nos compensados, se dê em ambas as faces, externa e interna, a mesma disposição às fibras, para não acontecer que os mesmos se entortem ou empenem.</p>
<p style="text-align: justify;">As emendas muito estreitas, de meio, um, ou pouco mais centímetros, além de serem fracas e darem mau aspecto ao serviço, oferecem graves inconvenientes na colagem e ao serem beneficiadas nas máquinas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Disposição das emendas</h3>
<p style="text-align: justify;">Uma junta estará bem colocada quando cair no centro da peça.<br />
As emendas muito estreitas, de meio, um, ou pouco mais centímetros, além de serem fracas e darem mau aspecto ao serviço, oferecem graves inconvenientes na colagem e ao serem beneficiadas nas máquinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se juntam duas tábuas que ainda têm um resto de alburno ou um lado mais claro do que o outro, devem ser unidos os dois lados do cerne ou os mais escuros. Nunca se junta cerne com alburno, nem alburno com alburno.</p>
<p style="text-align: justify;">A disposição indicada, além de impressionar melhor, por ser mais natural, tem a vantagem de reduzir o lado ruim pelo esquadrejamento, que elimina as sobras.<br />
As veias, quando caem perpendicularmente, devem ficar com a parte mais larga embaixo, para não dar a impressão de uma montanha invertida.</p>
<p style="text-align: justify;">Se as folhas desenhadas de que se dispõe são pequenas e as peças a folhar grandes, como sejam portas de guarda- roupas, camas, etc., subdivide-se em quatro, seis, oito e mais partes a área a cobrir.</p>
<p style="text-align: justify;">As madeiras desenhadas, incomparáveis em beleza natural, não são as que repetem em toda a sua superfície o mesmo desenho, que as torna monótonas, mas as que o têm variado de ponta a ponta.</p>
<p style="text-align: justify;">Os nós de maior efeito decorativo são os reunidos eu’ grupos. Os isolados, grandes e demasiadamente distanciados um do outro, são considerados como defeitos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Madeiras leves para aeromodelismo</h3>
<p style="text-align: justify;">Jangada<br />
Paineira<br />
Araticum<br />
Freijó (do Pará)<br />
Balsa (dos Estados Unidos).</p>
<p style="text-align: justify;">Seus respectivos pesos são, por m³: &#8211; 320kg &#8211; 280kg 224kg &#8211; 650kg.</p>
<p style="text-align: justify;">A balsa é a mais leve de todas.</p>
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		<title>Secagem da Madeira</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 04:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ag3ws</dc:creator>
				<category><![CDATA[Madeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Secagem natural A melhor secagem natural da madeira é a que se consegue entabicando-a em alpendres bem arejados. Para uma secagem mais rápida, costuma-se expor as tábuas ao relento, entabicadas ou cruzadas entre si, em posição oblíqua, tendo a parte de cima sustentada por uma barra fixa, e a extremidade de baixo apoiada no chão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/04/secagem-madeira2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-475" title="secagem-madeira" src="http://carpintaria.etc.br/wp-content/uploads/2010/04/secagem-madeira-300x184.jpg" alt="secagem-madeira" width="300" height="184" /></a></h3>
<h3 style="text-align: justify;">Secagem natural</h3>
<p style="text-align: justify;">A melhor secagem natural da madeira é a que se consegue entabicando-a em alpendres bem arejados.</p>
<p style="text-align: justify;">Para uma secagem mais rápida, costuma-se expor as tábuas ao relento, entabicadas ou cruzadas entre si, em posição oblíqua, tendo a parte de cima sustentada por uma barra fixa, e a extremidade de baixo apoiada no chão.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Exsicação artificial</h3>
<p style="text-align: justify;">A madeira seca rapidamente fazendo-a ferver, o que, porém, a enfraquece.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais prejudicial ainda é a secagem um tanto violenta em estufa seca. A madeira secada por este meio perde quase toda a resistência.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro tratamento é o que consiste na imersão da madeira em banho quente de sulfatode cobre a 1,5%, à temperatura de 70°C.</p>
<p style="text-align: justify;">A imersão em água quente deve durar de quatro a seis horas. Findo este tempo a madeira é retirada para deixá-la secar lentamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A mais rápida exsicação, relativamente pouco prejudicial, é feita pela flutuação das toras descascadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em pouco tempo, a água substitui a seiva e a secagem faz-se rapidamente ao ar livre, depois de retiradas as toras da água.</p>
<p style="text-align: justify;">A imersão em água fria deveria ser feita logo após o corte, pelo espaço de quinze dias. Em água corrente podem as toras flutuar de um mês a dois anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como última novidade para a secagem artificial da madeira dos compensados, as grandes indústrias utilizam-se de secadores automáticos dotados de uma série de tampas aquecidas, as quais, num movimento alternado, se aproximam e se afastam.</p>
<p style="text-align: justify;">Os madeireiros europeus faziam flutuar as madeiras no mar, para tomá-las incorruptíveis</p>
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