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Ferragens para Móveis

Fechadura. (De embutir, de encaixar, de Cremona para portas de correr  para escrivaninha americana  para caixa…). Maquinismo de feno ou latão que, por meio de uma lingueta ou hastes movidas por chave, fecha a porta ou gaveta em que é pregada. 2) Fecho a unha. Tranque ta de metal que mantém a porta fechada e que se faz correr com a unha. 3) Dobradiça. (De vara  para caixa  americana  de molas ordinárias). Gonzo que consta de duas peças unidas por um eixo comum, sobre o qual giram as portas, as janelas e as tampas de caixa. Chamam-se também bis agros e charneira. 4) Aldrava. Peça de ferro ou latão que tem uma das extremidades dobrada no esquadro e a outra munida de um peão, e que serve para fechar as portas por dentro.

5) Ferro pedrês. Espécie de fecho para manter fechadas as portas, e que se faz correr com a mão. 6) Vaivém. (Ordinário e de esfera) Ferragem de movimento alternado com que se mantêm fechadas as portinholas. 7) Fecho automático. Espécie de fecho a unha, que funciona automaticamente por meio de um pino e uma mola. 8) Gancho para cabides. Pecinha de arame recurvada, com rosca na extremidade direita, que se coloca nos cabides dos guarda-roupas. 9) Suporte para vidros. Peça de metal estampado ou fundido em que descansam as prateleiras da vitrina, da cristal eira, do bufe te, etc. 10) Parafusos de cama. Parafuso que tem a cabeça esférica atravessada por quatro furos, rosca fuma e porca, e que se aperta e desaperta com o repuxo. Tem aplicação também nos guarda-roupas desmontáveis, etc. 11) Chapa para parafusos de cama. Peça de ferro com três furos, que se encaixa e aparafusa nas cabeceiras com a porca embaixo. 12) Gancho para porta-chapéus. Peça de metal encurvada, em que são pendurados os chapéus, as capas, etc.

13) Chapas para guarda-roupas. Jogo de peças que consta de duas chapas e um parafuso de ferro, que se afixa nas bases, nos lados e nos frisos dos móveis desmontáveis, sobretudo nos guarda-roupas. 14) Garra para espelhos. Pecinha de metal, dobrada em ângulo reto, que segura os espelhos e os vidros sobre as Peças. 15) Puxador. Peça de metal ou madeira, de varia descemos feitios, por onde se puxa, para abrir gavetas, portas, etc. 16) Pingente. Puxador que pende em forma de pingo, geralmente com entrada para chave. 17) Espelho ou entrada. Chapa de metal que se põe nas entradas das chaves para ornamentá-las. 18) Rodízio. Pequena roda ou esfera metálica que se afixa aos pés das cadeiras e das mesas, para que estas peças possam, rolando, ser movidas com facilidade. 19) Corrediça de metal. Ferragem semelhante a um trilho dobrado em forma de T invertido, completada por uma ou duas peças com esferas. E colocada na parte inferior das portas do cristal eiras, das vitrinas e das armações.

20) Chapas para cama. Ferragem composta de uma peça com 2 ganchos e outra com 2 furos em que entram os ganchos e que são aparafusadas, a primeira nas barras e, a segunda, nas cabeceiras. 21) Suporte de metal para limitas a abertura das portas. Técnica de colocação. No caso em que a porta remonta no lado, a dobradiça é encaixada parte na porta e parte no lado. Mas, se a porta fica entre os pilares, nestes não se faz encaixe algum para a dobradiça. Colocam-se as fechaduras começando sempre pela entrada da chave, varada ou até o meio da grossura da madeira, segundo se a fechadura é de encaixar ou de embutir. Quando a fechadura trava no meio da porta, esta pode ter um pequeno lombo do lado de fora. Mas, se a fechadura é de Cremona, cujas hastes prendem no friso e na base, o lombo deve ficar na face interna. O vaivém, para não arrastar na base ou no pilar, é colocado na peça, e a respectiva chapinha, na porta. A colocação da aldrava é feita na prateleira e o peão em que enrosca é rosqueado na porta.

Espelho. Tem esse nome a lâmina de vidro ou de cristal estanhado na face posterior. Os espelhos se definem pelo material de que são feitos. Assim, há espelhos de vidro simples, duplo, triplo de 4 a 7mm e de cristal.  Às vezes são lisos, outras vezes bise lados e até lapidados. Atualmente fazem-se espelhos de vidro triplo especial, que pouco deformam a imagem que refletem. Além de terem o campo plano quase perfeito, são feitos de modo a ficarem colocados com as pequenas imperfeições produzidas pela fundição, no sentido transversal, que é o em que a pessoa que se mira mais se movimenta. O cristal de superfície plana, depois de fundido, passa a ter o campo retificado por desempenadeiras radiais mecânicas, que lhe alcançam até mesmo a depressão mais funda. Eis por que o cristal não tem grossura certa. O cristal distingue-se do vidro por ter a cor menos esverdeada do que este e porque reflete nitidamente a imagem, mesmo em movimento, a qualquer distância, sem deformada.

Vidro. Corpo frágil e transparente obtido pela fusão de areia silicosa com soda ou potassa. Para lhes aumentar o efeito decorativo, também os vidros que pomos nos móveis finos costumam ser chanfrados em bisei, e lapidados quando são postos como prateleiras ou sobre as escrivaninhas para lhes proteger o verniz. A colocação moderna do espelho, que o sobrepõe ao quadro ou compensado com os cantos à vista, requer que estes sejam lapidados. Nos rebaixos, o espelho é seguro por meio de rolhas pregadas com pregos, e o vidro é colocado com cordões de madeira mole aparafusados ou pregados com arestas. A face do lombo do vidro, para não quebrar, sempre para fora.

O prego que, ao ser batido, toma ateve ser arrancado antes que o quebre. Entre o vidro e a madeira sempre se deve deixar folga da grossura de um papel, a fim de que a peça fãs seus movimentos sem partir o vidro. A ferragem própria para afixar os espelhos sobrepostos à peça são as garras de metal fundido, as chapinhas dobradas em ângulo reto e os parafusos especiais, quando o espelho é furado propositalmente para isso. Se  fizesse um espelho com a superfície não poderia ser usado, visto deformar a imagem, produzindo aberrações. Deve ficar do id:

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