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Substâncias que entram na preparação dos Vernizes voláteis e gordos

Gomas-resinas. As resinas ou gotejam, naturalmente, de certas árvores, ou são conseguidas por picadas de insetos, ou ainda pelas incisões feitas nos caules das plantas produtoras, Goma. E uma substância mole, viscosa, pastosa, incolor ou levemente corada de amarelo ou vermelho, inodora, insípida e inalterável ao ar, depois de endurecida. Extrai-se de certas árvores. Há as seguintes variedades: a goma almécega, a goma-arábica, a goma-copal, a goma-elástica, a goma-laca, etc.

A goma-almécega ou mastigue é a resina do lentes, aroeira e almecegueira, arbustos ou árvores que crescem sobretudo nas redondezas da bacia mediterrânea.A goma-arábica provém de diversas acácias da África tropical e da Índia. Goma-elástica. E o mesmo que caucho. Goma-laca. E nome impróprio da laca. Laca. Tem esse nome a resina recolhida das ramas de muitas árvores do Oriente, especialmente figueiras das índias, jujubeira, Cróton, etc. Caracteres. Há, no comércio, várias espécies de lacas: goma-laca vermelha, a amarela, a branca, a mogno, etc. A mais usada pelos lustradores é a goma-laca asa de barata, de cor amarelo-escura, que se compra em escamas, em folhas e em placas. A goma-copal é uma resina fornecida pelo Roaz coralina, nome que os gregos davam ao Sumaré  árvore do Japão.

Encontra-se no mercado em blocos rosqueados ou disformes, que devem ser conservados em água. Sua fórmula constitui segredo. Com ela envernizam-se madeiras brancas e as peças de alta marcenaria, cuja beleza ao se quer alterar. E pouco solúvel no álcool de 42°, mas ilhota a insolubilidade no mesmo a banho-maria. Existe )ma-laca branca também em escamas. Goma-laca mogno. Compra-se preparada para imitar o no, que é da cor do vinho tinto. Carteira-laca. Gênero de cochonilhas que produz a aplaca do comércio. É um inseto das Índias. Sandáraca. Resina que corre de algumas coníferas, como o juniperinas com munis, tocha afegã, etc. Resina de benjoim ou bálsamo. E extraída por incisão tronco das espécies botânicas denominadas estírax benzem etc.. plantas indígenas das Mol ucas, de Cisão e Sumatra, mas que se dão também no Brasil. Seu aspecto é liso e vítreo.

Terebintina. Nome coletivo das resinas liquida que se obtêm por meio de exsudação e incisão dos vegetais pertencentes às famílias das coníferas e das terebintáceas. Essência de terebintina. Óleo volátil que se consegue pela destilação das diferentes terebintáceas. Pez louro ou colo fonia. Matéria resinosa, seca, amarela ou escura. Solúvel no álcool e no éter. E extraída, na sua maioria, dos vegetais pertencentes às coníferas, e obtém-se pela destilação da terebintina, que fica como resíduo. Âmbar amarelo, alumbre ou caratê. Resíduo fóssil, duro, frágil, quase transparente, de uma cor que varia entre o amarelo-pálido e o vermelho-jacinto. E insolúvel na água, mas funde-se a 287°. Provém de um pinheiro da época terciária. Serve para preparar certos vernizes, e pode ser trabalhado ao torno. Sangue de Drago. Resina do drague iro, da cor de sangue. Arbusto da família das liliáceas que habita, de preferência, as praias das regiões tropicais, e de cuja casca goteja essa substância. Cera de carnaúba ou do Brasil. É extraída da palmeira Copérnico cerífera. Tem a mesma cor, fratura e consistência da cera animal. Breu. Suco resinoso, que se obtém pela destilação do alcatrão e da hulha. Extrato de nogueira. Produto que sai da casca da nogueira por meio de dissolventes apropriados ou por maceração.

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